|
DIRETRIZES
DA SECRETARIA DE FORMAÇÃO
SINDICAL
Para
que um programa de formação
sindical possa funcionar
corretamente, precisamos
implementá-lo com
as seguintes características
básicas:
a)
PARTICIPAÇÃO
COLETIVA: o projeto
deve ser construído
com uma visão aberta
e com a participação
de todos os atores da
vida sindical;
b)
INTEGRAÇÃO
DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS:
precisa estar “casado”
e “integrado”
com o projeto político-sindical
da entidade matriz, ou
sejam da FETIESC. De nada
adianta a Secretaria de
Formação
ter o melhor programa
de formação
se a Política Sindical
não seguir um rumo
certo, definindo ações
de organização
sindical. Uma organização
sindical sem estratégia
clara é a mesma
coisa que um barco a deriva,
nunca sabe aonde vai ancorar,
pois, sempre ficará
a mercê da direção
do vento;
c)
FORMAÇÃO
QUE QUALIFICA A AÇÃO
SINDICAL: a formação
sindical não pode
ser responsabilizada como
salvadora de desvios e
males do movimento sindical.
A Formação
não faz mágicas
e nem oferece solução
para a prática
de pessoas desonestas,
sem ética e com
desvios de personalidade.
A Formação
têm o papel de ajudar
na reflexão e na
qualificação
da prática sindical,
nunca como elixir para
curar desvios morais ou
defeitos de caráter;
d)
FORMAÇÃO
COMO REFLEXÃO DA
AÇÃO:
a formação
deve assentar-se em mecanismos
de avaliação
e reflexão eficazes
e auto-avaliação
permanente;
e)
FORMAÇÃO
QUE DINAMIZE A COERÊNCIA
ENTRE DISCURSO E PRÁTICA:
o segredo e o sucesso
de um projeto formativo
e sindical está
em conseguir praticar
alguns princípios
fundamentais como:
·
O valor da democracia:
capacidade de tomar as
decisões coletivamente
e de sempre segui-las
coerentemente, até
o fim;
·
valor da igualdade: todos
devem ter os mesmos direitos
e as mesmas oportunidades;
·
O valor da liberdade:
obedecendo regras coletivas
e garantindo o direito
a autonomia;
·
O valor da qualidade:
fazer as coisas da melhor
forma possível,
para todos e sem privilégios
particulares;
·
O valor da ética:
ter a capacidade de ser
correto, transparente
e honesto com as mínimas
coisas e, fundamentalmente,
com as coisas e os recursos
públicos (dos trabalhadores);
·
O valor do altruísmo:
ter como filosofia o desprendimento
e a dedicação
pela causa coletiva e
dos seres humanos mais
injustiçados (espírito
de solidariedade);
·
O valor da autoridade:
fazer valer o poder da
autoridade e não
a autoridade do poder;
·
O valor da gestão
participativa: cooperação
e envolvimento de todos
no exercício do
poder;
·
Valor da unidade: têm
a capacidade de divergir
nas idéias, mas
de convergir na prática.
|