CURIOSIDADES
O primeiro
Dissídio Coletivo
O
primeiro Dissídio Coletivo
suscitado por um filiado da nova Entidade,
foi no mês de outubro de 1953,
em Joinville, pelo Sindicato dos Trabalhadores
nas Indústrias Gráficas
da Manchester Catarinense, contra
as empresas do ramo.
Sede
Própria
Desde
sua fundação, a Federação
funcionou nos escritórios do
Deputado Otacilio Nascimento e, em
abril de 1953 ela transferiu-se para
a Rua Tenente Silveira nº 15,
2º andar, onde permaneceu até
abril de 1967, quando mudou-se para
a primeira sede própria à
Rua Tenente Silveira nº
76. Em Junho de 1974, com a aquisição
de todo um andar no Edifício
Jayme Linhares, à Rua Vidal
Ramos nº 58, ela para ali transferiu-se.
Mais tarde foi vendido a sede da Rua
Vidal Ramos e adquirido uma casa localizada
na Rua Almirante Lamego nº 840,
com 800 m2 de área construída,
de propriedade da entidade até
a presente data.
As
primeiras baixas
A
primeira perda de dirigente que sofreu
a entidade, foi o falecimento do Presidente
do Sindicato dos Trabalhadores nas
Indústrias Gráficas
de Florianópolis, Mário
Schmidt, dia 20 de abril de 1980 e
o afastamento dos senhores Ananias
Castelain e Leopoldo Ferrari, em 10
de julho do mesmo ano por serem pessoas
alheias ao Sindicato, pois ambos não
eram dirigentes sindicais, mas sim
empregados dos Sindicatos dos Trabalhadores
nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário e dos Metalúrgicos,
respectivamente.
Surge
a oposição
Ao
término do mandato da primeira
diretoria, para a eleição
da nova Diretoria, Procuradoria Regional
do Trabalho, nomeia Presidente da
Mesa Coletora, o Senhor Apostolo Spyros
Diamantaras e como Secretário
Celso Geraldo Vieira.
Aqui
surge a primeira oposição
liderada por Jayme de Oliveira Coelho.
Contudo não alcança
repercussão pois, dos 18 votantes,
conseguiu apenas 3 votos.
Elegeu-se
a 2ª Diretoria, que ficou assim
constituída:
Presidente:
Carlos Bicocchi
Secretário: Wilfredo Waldemar
Schroeder
Tesoureiro: Francisco Antonio Martins
Suplentes da Diretoria: Teodoro Costa
Júnior, Ernesto da Silva e
manoel Gonçalves de Lima.
Conselho Fiscal: Osvaldo Bambinetti,
Hermes Corrêa de Mendonça
e Francisco Pedroni.
Suplentes do Conselho Fiscal: Raul
Pereira, Apóstolo Spyros Diamantaras
e Augusto Moreira.
Delegados junto á CNTI: Alfredo
Ramos, Antonio João Krammer,
Celso Geraldo Vieira e Agenor Rosa
dos Santos.
Suplentes: Cassemiro João da
Silva, Amoldo Manderback, Nilo José
Corrêa e Jayme de Oliveira Coelho.
É
interessante lembrar que as eleições
para a Diretoria, Conselho Fiscal
e Delegados Representantes, eram independentes.
A posse deu-se no dia 5 de março
de 1955.
A
Intervenção
Em
abril de 1955, foi decretada pelo
Delegado do Trabalho, o afastamento
temporário da Diretoria e designado
Interventor o Senhor Cristaldo C.
Araújo, o qual permaneceu no
cargo até o dia 12 de agosto
de 1955.
A
renúncia e Junta Governativa
Perante
o Conselho de Representantes, reunido
dia 12 de agosto de 1956, renunciaram
os diretores Carlos Bicocchi, Wilfredo
Schroeder e Francisco Martins e na
mesma ocasião, eleita a seguinte
Junta Governativa:
Presidente:
Dalmiro de Almeida Bastos
Secretário: Teodoro Costa Júnior
Tesoureiro: Reginaldo Francisco da
Silva.
Terceira
Diretoria
A
terceira Diretoria eleita e empossada
a 15 de abril de 1957, esteve assim
constituída:
Presidente:
Hermes Correa de Mendonça
Secretário: João Lopes
da Silva
Tesoureiro: Avelino da Silva
Suplentes da Diretoria: Arnaldo Manderback
— João Manoel de França
e Pedro Inácio Pereira Machado
Conselho Fiscal: Olivério Gartner,
Aldo Pereira de Andrade e Feliciano
Geraldino Dias
Suplentes do Conselho Fiscal: Severo
Tavares Lazário — Leandro
dos santos e Benjamin Bittencourt
Barreto.
Delegados na CNTI: Herems Corréa
de Mendonça — Alonso
Santana, Aldo pereira de Andrade e
Jorge Jacobeski.
Suplentes: João Miguei - Euclides
de Oliveira - João Domingos
da Silva e Henrique Vicente da Costa. |