Trabalhadoras realizam Ato Público
e “invadem” centro de Florianópolis

Florianópolis - As mulheres gritaram bem alto durante manifestação realizada dia 8 de março pelas ruas centrais de Florianópolis. O Ato Público foi convocado pela Marcha Mundial de Mulheres, centrais sindicais UGT, CUT, CTB, e Federações, entre elas a Fetiesc, que esteve representada por várias dirigentes sindicais e pela secretária da Mulher, Marli Leandro (na foto acima, no momento em que falava na manifestação). Representantes parlamentares também aderiram à manifestação, que se concentrou no Terminal Ticen, onde circulam milhares de pessoas ao final da tarde. A população parou para ouvir a peça teatral “Rainha do Lar”, encenada pelo grupo “Radicais Livres”.

“O 8 de março é dia de reflexão sobre as principais bandeiras de luta das mulheres, suas conquistas históricas e sobre seu papel na sociedade, é o momento de reivindicarmos uma sociedade sem violência e discriminação contra a mulher”, afirma Marli. As bandeiras do movimento são “escola pública gratuita de qualidade, creches públicas com tempo integral, igualdade salarial entre homens e mulheres, acesso das trabalhadoras rurais à terra, implementação da Lei Maria da Penha contra a violência, a instalação da Defensoria Pública, além da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário.

Não será apenas um sonho

Não é demagogia! A mulher é a criatura mais linda do mundo! Ela gera, ela cria, não tem rima, não tem verso para expressar o seu amor. Não tem macho que agüente um parto e tanta dor, não tem homem que carregue o fardo que na história ela carregou. A mulher tem garra, sabedoria, brio, inteligência, com ela no poder não tem crise nem falência.

Não será utopia, a mulher liderando a revolução proletária, quando acabar essa desigualdade burra, aí ninguém mais te segura, e não serás vingativa, com ternura e carinho, farás dos homens teus aliados, na luta pela democracia, sem miséria, sem favelados. Conquistarás: salários iguais, poderes iguais, direitos iguais em todas as constituições mundiais.

Haveremos de ter mulher papa, mulher bispo, mulher presidenta do Brasil, sem preconceitos e exercendo os direitos que o machismo nunca permitiu, aí terá progresso, cidadania e dignidade, haverá felicidade e acabará a exploração, vai haver mais amor entre os sexos, menos desquites e divórcios, seremos mais irmãos e não será apenas um sonho de um homem sonhador.


Professor Albino Timóteo Biluczyk

 

 
 
 
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