Fetiesc

Garra e resistência nas lutas das mulheres

8 de março – Dia Internacional da Mulher

O dia 8 de março é marcado por diversas comemorações para o Dia da Mulher mas o que nós queremos mesmo é respeito. Este é um dia que virou sinônimo de presentes e festividades para comemorar a existência das mulheres, mas será que é somente isso mesmo que devemos nos atentar?

Essa data surgiu lá em 1910 durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, onde a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras.

A mais de 20 anos a Fetiesc vem desenvolvendo um trabalho a partir da Secretaria da Mulher realizando debates, seminários, cursos de formação, rodas de conversa para que as dirigentes sindicais e as trabalhadoras possam ter noção de quais são os seus direitos e seus espaços de poder, como por exemplo, o engajamento na política.

Lutamos ainda incansavelmente pelo fim da violência contra as mulheres. Dados revelam que no Brasil 503 mulheres brasileiras são vítimas de agressão física a cada hora (Data Folha | Fórum Brasileiro de Segurança, 2016). Ainda entre nossas bandeiras de luta estão a equiparação de salários entre homens e mulheres que ocupam os mesmos cargos, pelo direito de tirar 180 dias de licença maternidade e poder cuidar da criança no período que ela mais precisa da mãe perto, pelo fim do assédio moral no local de trabalho, pelo direito de sair a noite na rua sem medo de ser violentada, pelo direito de decidir pelo seu próprio corpo.

A insistência da luta sindical da Fetiesc com a organização das mulheres têm demostrado que inúmeros são os desafios, mas poderão ser superados com a participação ativa e coletiva das companheiras no cotidiano da vida sindical.

Imprensa Fetiesc

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